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 Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"

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Lylith Harmon R. Weiss
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MensagemAssunto: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Ter Dez 20, 2011 6:12 pm

Meus treinos.
Não roube, não babe, não poste aqui.
Só eu posso fazer tudo isso, porque eu sou RICAH -Q
Enfim, seja infeliz u.u

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Lylith Harmon R. Weiss
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Qui Dez 22, 2011 3:21 pm

# 0 0 1 .

    Há muitas coisas importantes que você aprende quando se é um demônio há mais de cinco séculos. Coisas que em nenhuma outra raça – tampouco outra religião – havia tido o desprazer de descobrir. Mas de tempos pra cá, onde novos demônios estavam surgindo se sabe lá de onde, eu sinceramente havia me tornado uma mulher – ou garota, se for julgar pelas aparências – bem fria. Não que antes eu tivesse um coração que batia bondosamente, só que fiquei bem mais excitada com a carnificina. Hoje eu havia decidido passear um pouco pelos arredores de Krishtii, sabe como é, explorar novos mundos... Conhecer novas pessoas...
    Mentira, é porque eu odeio o calor, e morar no deserto é a pior coisa que já pôde ter me acontecido. Se isso não custasse o meu pescoço, eu com certeza já teria invadido a terra dos anjos. Seria como pisar em granadas, eu sei.
    - O que uma garota tão bonita como você faz bebendo sozinha? – Corri meus olhos até chegar a um par de esmeraldas sorrindo pra mim, suspirei longamente e remexi em meu refrigerante com o canudinho. – Bebendo sozinha – Respondi amargamente antes de voltar a me enterrar em pensamentos. Mesmo com a barulheira da lanchonete, mais as vozes na minha cabeça, consegui ouvir claramente alguém apertar o gatilho de uma arma. Meus músculos congelaram, e quando eu iria agarrar minha Glock, o rapaz agarrou o meu pulso com força: - Eu sei o que você é... – Engoli a seco e apalpei minha arma com a mão livre, só por precaução. – Hm... É mesmo? – Perguntei sem muito interesse. – O que faz aqui, satânica? – Sua mão que agarrava meu pulso sacudiu-me violentamente, enquanto andávamos lado a lado em direção a saída da lanchonete, ninguém havia percebido nada de estranho. Provavelmente estavam pensando que éramos um casal. Ugh.
    - Agora que saímos... Posso fazer isso: - Dei uma cotovelada em seu estômago e serrei meu punho em seu nariz. Ao vê-lo cambalear pra trás com uma das mãos no nariz, agarrei minha arma e apontei para sua testa. – Pense duas vezes antes de mexer com fogo, gracinha, pod... – Minha frase foi interrompida quando ele começou a rir, ou melhor, gargalhar sonoramente. Seus braços e pernas começaram a crescer, juntamente com o bolo de pelos que se espalhou pelo seu corpo. A essa altura estávamos no cantil mais escuro da rua, perto de um beco. Recuei dois passos quando a transformação estava completa, e ele rosnou pra mim, quase como se zombasse da minha cara. – Sabe... Você fica mais charmoso assim – Pisquei pra ele e carreguei a Glock. Nesse meio tempo ele avançou em mim, fazendo com que suas patas dianteiras me empurrassem em direção ao chão. Caí de costas e chutei a barriga do lobisomem em cima de mim.
    Ele uivou de raiva, então veio na minha direção novamente, rolei pro lado e levantei. Sentindo falta de alguma coisa... Minha Glock, havia sumido! O lobo avançou em mim novamente, coloquei minhas mãos frente ao rosto e ele mordeu um dos meus braços. Já que estava com o braço mordido, aproveitei sua aproximação pra enfiar os dedos da mão livre nos seus olhos. Senti algo escorrer pelos meus dedos e o lobisomem recuou choramingando, me joguei no chão, pegando minha arma perto de uma de suas patas. Então senti algo arranhar a minha bochecha, antes que eu pudesse apontar a arma pro totó, ele abocanhou as minhas duas pernas e me arrastou pelo chão.
    Gritei, sentindo o meu corpo queimar contra o asfalto. Agarrei minha arma com as duas mãos, girei de modo que ficasse de peito pra cima e apontei na direção do seu rosto, dando vários disparos logo em seguida. Do meu braço mordido ainda escorria muito sangue, sei que não iria me transformar em lobisomem nem nada porque, bem, eu sou um demônio. Respirei ofegante enquanto tirava meus pés da boca do lobisomem e me levantava. Com sei lá quantos tiros na cara ele não parecia tão feroz assim. Suspirei, apontando a arma para um pouco abaixo da sua barriga. – Vamos ver se você é tão feroz sem isso, totó – Cuspi palavra por palavra, então dei mais um tiro nele e depois guardei a arma. Havia desperdiçado balas demais pra uma só noite. Pressionei o ferimento no meu braço e manquei de volta pra casa, tinha que melhorar o meu disfarce, as criaturas haviam começado a perceber o que eu era. E isso não é bom, nenhum pouco.

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Alice Eldamon
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Qui Dez 22, 2011 7:45 pm

Gostei do treino *-* você escreve bem.
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Lylith Harmon R. Weiss
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Sex Dez 23, 2011 12:00 pm

# 0 0 2 .

    Estava uma tarde nublada, os ventos gelados não surtiam muito efeito em mim, o que era uma pena, já que eu estava passeando pelos arredores de Fhynder justamente por causa do frio. Eu sei que é errado estar aqui agora, mas não dou a mínima, então não faz diferença se é certo ou não, só estava com vontade de sentir a brisa suave congelar – literalmente – a minha alma. Diferente dos outros dias, hoje eu estava bem quieta. “Um homem quando está em paz não quer guerra com ninguém, certo?”, pena que quase ninguém acredita nisso.
    Estava pendurada em uma árvore, uma das mais altas que eu encontrei, dali de cima dava pra ver toda a terra dos anjos. E parece que também estava fácil de me ver, pois depois de algum tempo ali em cima, um anjo – ou melhor, uma anja – conseguiu me ver. Sua adaga angelical brilhou intensamente assim que ela tirou das suas vestes, e eu fui logo adiantando-me: - Ow ow, eu não vim aqui puxar briga, queridinha. Nem em sua terra eu estou – Meu tom foi convicto, mesmo estando quase em território inimigo. – Desça daí pra gente conversar... – Anham, confiei tanto nas palavras dela quanto confio em mim mesma – Conheço essa história, mas já que você pediu com carinho, eu desço. – Pisei de galho em galho, e quando estava em um dos mais baixos, pulei em direção ao chão, caindo graciosamente diante da anja.
    Paz? Acho que essa garota não sabia o significado. Por incrível que pareça dessa vez eu não iniciei a briga porque, bem, quando eu inicio uma... eu vou até o final com essa. Ou melhor, só vou pra casa depois que tenho o sangue do inimigo caído nos meus pés. A anja segurou sua adaga com força, avançando alguns passos na minha direção, enquanto mantinha sempre os olhos azuis fixos nos meus. – Cretina... Maldita... Vadia... – Sua voz saia quase como um rosnado. – Esqueceu de Satânica, Sem Coração e Intrusa – Sorri de canto e apalpei minha Glock.
    Dessa vez, mas só dessa vez, ela foi mais rápida que eu, trazendo a ponta da sua adaga na direção do meu peito. Agarrei seu pulso com força e dei várias joelhadas em seu estômago. Com a sua mão agarrada a minha, ela usou a outra pra agarrar a parte de trás do meu cabelo. A dor me fez ficar totalmente a mercê dela por alguns segundos, que foram o suficiente pra ela me jogar no chão com uma rasteira e subir em cima de mim. – Briga de puxar cabelo? Você tem quantos anos? 12? – Gritei enfurecida, agarrando seu pescoço com as duas mãos e apertando.

    Ela largou o meu cabelo e agarrou os meus pulsos, tentando fazer com que eu parasse de apertá-la. Só por pirraça, apertei mais ainda, com uma força que os meus dedos chegaram a dor sob a pele dela. Girei meu corpo sobre o da anja e fiquei por cima dela. Sua expressão era desesperada, buscando inutilmente pelo oxigênio que eu lhe roubava. Pensei que aquele seria o fim, mas então ela me surpreendeu quando bateu sua testa com toda a força na minha. – Sente essa, demônio! – Levei minhas mãos a testa, sentindo tudo rodar. Então, ela pegou sua adaga angelical e cravou na minha coxa. Meu grito de dor foi ensurdecedor. Doeu... pra... caramba. Minhas mãos tremerem e eu agarrei a adaga, tirando-a de mim. Dessa vez consegui abafar o grito, então, logo me virei para a anja e agarrei seu queixo com brutalidade. – Senti, agora engole isso, vadia – Ela arregalou os olhos e eu bati a adaga na garganta do anjo, enfiei a arma até sentir a arma sumir dentro da dona, que morreu logo após.
    Levantei, me apoiando em uma só perna, por causa da outra machucada. Mas antes de sair, me inclinei sobre o corpo da garota, arranquei a adaga da sua garganta, guardei, e virei-me na direção em que ficava Krishtii. Pretendendo voltar ali sabe quando? Jamais.



Última edição por Lylith Harmon R. Weiss em Sex Dez 23, 2011 4:32 pm, editado 1 vez(es)
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Elena M. Danielle Wesker
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Sex Dez 23, 2011 4:29 pm

e..e não vou comentar sobre o que fez com minha anja.
Mas seu treino foi ótimo *-* (só não se aproxime de Fhynder de novo ò.ó -q). Só acho que você comeu uma palavrinha ai: "Minhas tremerem e eu agarrei a adaga,".

2 lvs. 200 dracs. 150 exp.

*O* Espero poder avaliar seus textos novamente, adoro seu modo de escrever.

_________________
Elena Marie Danielle Wesker


.:. Tenente (General) dos anjos .:.
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Lylith Harmon R. Weiss
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Sab Dez 24, 2011 2:17 pm

# 0 0 3 .

    Você pode olhar de baixo da cama. Você pode olhar no telhado. Você pode olhar no guarda-roupa. Você pode olhar em todos os lugares. Mas eu estou exatamente atrás de você. Em um ponto tão cego que nem mesmo um espelho te faria me ver. Apenas reze – se você realmente tiver fé de que isso vai adiantar – para que possa se salvar de mim e não terminar com o mesmo destino de todas as minhas outras vítimas. São raras às vezes em que tenho misericórdia, então, se você se deparar comigo em um desses dias... Corra, pois a qualquer momento eu posso mudar de idéia e voltar a te caçar. Sabe quando eu vou parar a matança, sabe quando eu vou me saciar? Quando seu sangue cair sobre os meus pés, quando eu finalmente encarar os seus olhos fitando o nada, e os seus lábios estiverem pálidos, gelados como um beijo da morte.
    - Por favor, por favor, não me mate. Eu lhe imploro! – Ela disse a mim, enquanto suas lágrimas escorriam e molhavam meus dedos sob o seu pescoço. Pobre humana, tão ingênua. Todos eles dizem isso a mim, e é isso o que me dá mais raiva nesses macacos sem pêlos, seres idiotas e imperfeitos. – Arg! – Rosnei, largando seu pescoço com violência e me afastando da garota. – Vocês só sabem pedir por misericórdia. PEGUE ALGUMA COISA E LUTE PELA SUA VIDINHA MISERÁVEL! – Enraivecida, peguei um vaso aparentemente caríssimo e taquei-lhe na parede. Quando os cacos de vidro atingiram o chão, espalhados em milhões de pedaços que jamais poderiam ser concertados, pude respirar em um ritmo mais controlado.
    Ainda ouvia os soluços sufocantes da humana encolhida no canto da minha sala, seu nome era Natalie e ela tinha 16 anos. Encontrei-a no caminho de casa, a mesma estava acompanhada de alguns caras querendo se divertir, ao observar a cena de longe, percebi que seria a oportunidade perfeita para atacar. Desacordei os rapazes e levei Nathy para a minha casa, sempre lhe oferecendo ajuda e um sorriso falso. Depois de fingir isso tantas vezes, meu papel de mocinha se tornara extremamente convincente.
    - V-você quer dinheiro? Meu pai é dono de uma empresa, eu lhe dou quanto dinheiro quiser, mas me deixa ir...! – Sua voz conturbada me tirou de devaneios, e eu virei-me sorrateiramente para encará-la fixamente. – Não quero seu dinheiro, nem do seu pai idiota – Voltei-me completamente para ela e comecei a caminhar na sua direção. Ao perceber minha aproximação Natalie se encolhia mais e mais contra a parede, de maneira que suas mãos abraçassem seus joelhos e ela se transformasse apenas em uma bola no canto do cômodo.
    Suspirei longamente, pegando minha Glock da cinta presa em minha coxa. Brinquei um pouco com a arma, passando-a de mão em mão, enquanto na minha mente rondavam as melhores e mais divertidas formas de matar Natalie. Parei minha distração e voltei a olhá-la, percebi que seus lábios se moviam rapidamente, como se ela cantasse uma música ou fizesse uma oração pra si mesma. Aproximei-me da garota e agachei-me diante dela, agora as palavras eram bem mais claras, apesar do timbre da sua voz que falhava constantemente por causa do medo. Ah, o medo de Natalie me dava fome... De carnificina.
    - Meu senhor Deus, aceito de suas mãos, feliz e de boa vontade, com todos os receios, dores e sofrimentos, qualquer morte que prepare para mim. Amém.
    - Patético – Cantarolei, carregando a arma e apontando ao lado de sua cabeça. Os soluços se intensificaram, ela me olhou por alguns instantes, destruída. Meus dedos moveram-se quase que automaticamente, chegara à hora mais legal da brincadeira. – Pensando bem, vou te matar de uma maneira mais útil – Agarrei a parte de trás do seu cabelo e a arrastei até o porão de casa. Chegando lá, amarrei-a em um canto, de maneira que eu corpo todo ficasse preso a parede. Suas mãos não tocavam seu corpo, e seus pés mantinham-se juntos. Ou, da forma resumida: seu corpo estava em forma de cruz.
    Afastei-me alguns passos e mirei sua testa – Vamos ver como eu me saio, torça por mim, Nathy – Falei com falsa animação, então atirei duas vezes contra a testa da garota. Ao invés de acertar sua testa, como planejado, os tiros rasparam-me o couro cabeludo, e um grito irrompeu o porão. Suspirei e me concentrei novamente, minha mira estava tão péssima assim? Dessa vez mirei seu olho esquerdo, fitei o alvo intensamente e atirei. Dessa vez acertei, e mais um grito rasgou os meus ouvidos. – Vadia, sua mira é tão péssima quando o seu gosto pra roupas! – Ela cuspiu alto, e eu franzi o cenho, surpresa com sua atitude.
    - Chega de brincar, nos vemos no Inferno – Me aproximei dela e dei vários tiros contra seu coração. Natalie morreu imediatamente, e eu deixei seu corpo apodrecer lá, limpando as manchas de sangue nas minhas mãos enquanto voltava para a sala de casa.


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Katherine Pierce
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Sab Dez 24, 2011 2:28 pm

2 nvl, 100 dracs , 20 exp eu amei o treino *-*
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Lylith Harmon R. Weiss
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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Dom Jan 01, 2012 2:01 pm

# 0 0 4 .

# M O N T A N H A S .
# Q U E N T E .
# H Y S T E R I A - M U S E .

    Não sou o estereótipo de demônio perfeito, não gosto de seguir as regras dos jogos de outros. Mas há uma única regra que eu sigo por mim mesma, e faço dela minha lição de cada dia... Uma vez alguém me disse: Destrua tudo o que destrói você. E é o que eu faço hoje, aliás, faço muito bem. Meus lábios se repuxaram em um sorriso, enquanto eu sentia o vento calorento bagunçar o meu cabelo com voracidade. Em Krishti, até o tempo era perigoso e traiçoeiro, assim como os seus habitantes.
    — Pensando na vida, Weiss? — Espiei quem me perguntava aquilo, de maneira indiferente. — Não que isso seja da sua conta, mas... Sim. — Nunca sou boa com educação, ainda mais com seres de cargos inferiores a mim. — Diga logo o que quer e saia, não quero conversar — Dei de ombros. — Sempre um poço de delicadeza... — Comentou ele enquanto se recostava no tronco sinuoso de uma árvore. — Olha aqui — Virei-me para encará-lo completamente — Qual a parte do “não quero conversar” você não entend...
    Plaft!
    Meus lábios se abriram e se fecharam várias vezes, meu olhar mantinha-se perdido enquanto minha mão massageava minha bochecha recentemente estapeada. O ardor do tapa desceu do meu rosto e passeou pelo meu corpo. — Você fala demais, sabia? — Ele cuspiu as palavras, enquanto agarrava o meu queixo com violência. Meus olhos foram obrigados a olharem os seus. — Melhor me soltar — Murmurei baixinho — Se não... — Aquilo soou como um desafio. — Eu vou arrancar seu coração pela boca e te fazer beijar os meus pés — A ideia era tentadora.
    Seus dedos afrouxaram contra a minha pele. Distanciamos-nos por alguns instantes e eu agarrei minha Glock, virando-me em um supetão para apontar a arma em sua testa. Não deu tempo de atirar, pois ele manuseou perfeitamente um tipo de corrente, fazendo-a com que ela se enrolasse no meu braço que agarrava a arma. Perdi a mira e meu braço foi puxado para o demônio. Girei meu corpo em volta da corrente e agarrei o corpo da mesma com as duas mãos, puxando o dono na minha direção. Como em um tipo de cabo de guerra.
    Dos lábios do rapaz surgiu um sorriso misterioso, o que me fez estremecer com a ideia de que viria bomba a seguir.
    Estava certíssima.
    Ele apertou algum botão. Ao longo da corrente surgiram espinhos venenosos, só havia um problema: meu braço e meu corpo estava enrolados nessa corrente. Gritei, assim que os espinhos perfuraram o meu corpo, gritei novamente quando senti um líquido estranho penetrar as minhas veias. Tentei girar de volta, para me desenrolar da corrente, mas a esse ponto meu corpo não obedecia mais. Era apenas dor, dor e dor.
    Caí de joelhos no chão, algo ficou engatado na minha garganta, e eu comecei a vomitar sangue no chão. Meus dedos agarraram-se a areia úmida, com força, meus olhos ardiam compulsivamente. E eu me encontrava ao ápice do desespero. Puxei o ar que me faltava, agarrei as correntes espinhosas, me lixando para a dor e o veneno. Minhas mãos ensanguentadas deixavam rastros pela corrente. Sorri sadicamente e consegui me levantar.
    — Qu...er dizer... que v...você gosta de... venenos. – Isso foi o mais claro que consegui dizer, antes de dar um puxão por completo no que eu agarrava. Ele soltou a arma, recuou alguns passos, e olhou em volta.
    Engano fatal.
    Joguei meu corpo magrelo contra o dele. Ambos fomos ao chão automaticamente. Peguei duas pontas das correntes e enrolei-as contra o pescoço do demônio. Apertei com uma força inacreditável, enquanto observava e me deliciava com o sangue que escorria de seu pescoço. Cruzei as pontas e puxei-as com mais força. Ele tateava o ar em busca de oxigênio, e eu encarei seus olhos fixamente. — Apodreça no Inferno, vagabundo — [justify]Sussurrei com ódio, antes de apertar mais as correntes, se é que era possível, e ver seus olhos perderem a vida.
    Assim que tive certeza de que ele morrera, girei para o lado e deitei ao lado do corpo mole do demônio. Inspirei lentamente, sentindo uma tremedeira atingir o meu corpo, apesar do tempo estar escaldante. Provavelmente era um dos sintomas do veneno alucinógeno. — LYLITH! — Provavelmente era um dos poucos demônios que ia com a minha cara, como Hay ou Kai. Não tive tempo de comprovar, pois fui sugada por um espiral e tudo escureceu.


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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   Ter Jan 03, 2012 12:28 pm

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MensagemAssunto: Re: Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"   

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Treinos de Lylith - "Não seja bem vindo"
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